O turismo e a economia em SP

Publicado em 22/01/2019
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Cada cidade tem a sua economia.

Todos os dias, negócios são feitos, pessoas consomem bens e serviços e, assim, seja na forma de lucro, emprego ou impostos, há riqueza sendo gerada e distribuída. Mas há uma quantidade limitada de recursos circulando internamente na cidade. Para injetar dinheiro novo e aquecer a economia, uma das alternativas assertivas é atrair mais pessoas de fora para visitar e consumir na cidade. É o que chamamos de turismo.

Segundo a WTTC, Word Travel & Tourism Council, o turismo é a conjugação dos verbos “dormir”, “comer”, “visitar” e “comprar”. De tal forma, visitantes de outras localidades consomem, deixam dinheiro e geram lucro e renda para a população local.

A cada diária no hotel ou em outros meios de hospedagem, cada almoço em um restaurante, happy hour ou balada, nas compras, trajeto de táxi ou em aplicativos de transporte, os visitantes estão movimentando a economia do destino, gerando impostos aos cofres públicos, lucro aos empresários e renda para os trabalhadores.

 Empregos para camareira de um hotel, agentes de viagens, dono de bar, guia de turismo, vendedora de loja, recepcionista, taxista, cozinheiro, garçom e toda uma complexa cadeia produtiva.

O visitante em uma cidade, seja qual for o motivo de sua viagem, trabalho, evento, congresso, feira, lazer, família ou saúde, impacta a vida e renda de muitas pessoas.

O Estado de São Paulo tem um potencial em qualidade de produtos e excelência de serviços que ainda está adormecido dentro das oportunidades que o turismo pode gerar.

Para trilhar o caminho do desenvolvimento e prosperidade social,  estamos em momento único.

Temos o Governador João Doria que tem em seu DNA o Turismo, com passagem pela Paulistur, São Paulo Convention & Visitors Bureau, entidade privada cuja qual foi um dos fundadores, e, por fim, na Embratur, Instituto Brasileiro de Turismo e empresário no setor de eventos.
 
São Paulo é o único Estado da Federação que conta com recursos definidos por lei e muito significativo repassados pelo Governo Estadual, na casa dos R$ 400 milhões e direcionados para 70 Estâncias Turísticas e 140 cidades classificadas como MIT, Municípios de Interesse Turístico.

Além disso, para este novo ano, já foram disponibilizadas no Banco Desenvolve SP novas linhas de crédito para investimento em infraestrutura e novos equipamentos. Vem ai também uma lei a ser sanciona, para o estimulo da criação de distritos turísticos.

  Recursos para extrapolar os limites para um salto econômico pleno.

O Governador trouxe para assumir a pasta do setor o ex-Ministro de Turismo, Vinicius Lummertz, com vasta experiência no Estado de Santa Catarina, Sebrae e Embratur.

  Alinhado ao Presidente da República Jair Bolsonaro , que manteve o Ministério do Turismo, com a promessa de uma agenda que alavanque e estimule turismo doméstico e internacional, inclusive com a liberação de vistos para os principais países emissores de turistas para o Brasil.  

Temos em nosso Estado de São Paulo turismo de negócios, lazer, aventura, rural, saúde, náutico, parques temáticos, entre tantos outros, e somos privilegiados pela natureza e pelos muitos empreendedores que investiram em espaços de eventos e centros de convenções, hotelaria, resorts e shopping centers.   

Enfim, não há “Salvador da Pátria”, mas um conjunto de fatores positivos entre o setor público e a iniciativa privada que pode resultar em uma nova era: a era da experiência que todos os visitantes buscam e que São Paulo será capaz de entregar.
 
Turismo made in São Paulo.
 
 
Toni Sando de Oliveira

Presidente executivo do São Paulo Convention & Visitors Bureau

Presidente da UNEDESTINOS – União Nacional de CVBs e Entidades de Destinos

Membro da Academia Brasileira de Turismo e Eventos

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